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Percepções e prioridades…

December 8, 2009

Um violinista no Metro

Um homem sentou-se na estação de metro em Washington DC e começou a tocar o seu violino; era uma fria manhã de Janeiro. Tocou seis peças de Bach, por cerca de 45 minutos. Durante esse tempo, uma vez que era hora de ponta, calcula-se que cerca de mil pessoas terão passado pela estação, na sua maioria, no caminho para o trabalho.

Três minutos passaram e um homem de meia-idade reparou que havia um músico a tocar. Abrandou o seu passo e parou, por uns segundos, continuando, logo de seguida, apressadamente para os seus compromissos.

Um minuto mais tarde, o violinista recebeu o seu primeiro dolar de “esmola”: uma mulher atirou o dinheiro para a lata e, sem se deter, continuou a andar.

Uns minutos mais tarde, alguém se encostou à parede para o escutar, mas o homem olhou para o relógio e recomeçou novamente a andar. Estava, claramente, atrasado para o trabalho.

O que prestou mais atenção foi um rapaz de três anos. A sua mãe ia-o empurrando ao longo do caminho e apressando-o, mas a criança parou para olhar o violinista. Finalmente, a mãe empurrou-o com mais força e a criança continuou a andar, virando a sua cabeça para trás o tempo todo. Esta acção foi repetida por várias crianças. Todos os pais, sem excepção, os forçaram a continuar.

Durante os 45 minutos que o músico tocou, apenas 6 pessoas pararam e se detiveram por alguns instantes. Cerca de 20 deram-lhe dinheiro, mas continuaram a andar ao ritmo normal. Ele recolheu 32 dolares (cerca de €21).

Quando terminou de tocar e o silêncio tomou lugar, ninguém se apercebeu. Ninguém aplaudiu, nem houve nenhum reconhecimento.

Ninguém soube que este violinista era Joshua Bell, um dos melhores músicos do Mundo. Ele tocou uma das mais detalhadas e complexas peças alguma vez escritas, com um violino de 3.5 milhões de dolares (!!!). Dois dias antes da sua actuação no metro, Joshua Bell esgotou um teatro em Boston e a média de preços, por lugar, foi de 100 dolares (€67).

Esta é uma história veridica! Joshua Bell tocou incógnito numa estação de metro, a convite do Washington Post, como parte de uma experiência social acerca da percepção, gosto e prioridades das pessoas. As conclusões foram: num lugar comum, numa hora inapropriada: conseguimos perceber beleza? Paramos para a apreciar? Reconhecemos o talento num contexto inesperado?

Uma das possíveis conclusões desta experiência pode ser: se não temos um momento para parar e escutar um dos melhores músicos do mundo, a tocar a melhor música alguma vez escrita, quantas mais coisas estaremos a perder?

O vídeo… http://www.youtube.com/watch?v=hnOPu0_YWhw

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Conheça um pouco mais acerca de Joshua Bell e o seu Stradivarius… http://www.joshuabell.com/biography

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Gratidão…

December 7, 2009

Pelo valor da mensagem…

É de arrepiar!!! Salmo 100:4 (Para os que não crêem, é uma excelente história)‏

Na quinta feira, dia nove, entre uma reunião e outra, o empresário aproveitou para ir fazer um lanche rápido em uma pizzaria na esquina das ruas Yafo e Mêlech George no centro de Jerusalém.

O estabelecimento estava superlotado. Logo ao entrar na pizzaria, Moshê percebeu que teria que esperar muito tempo numa enorme fila, se realmente desejasse comer alguma coisa – mas ele não dispunha de tanto tempo.

Indeciso e impaciente, pôs-se a ziguezaguear por perto do balcão de pedidos, esperando que alguma solução caísse do céu.

Percebendo a angústia do estrangeiro, um israelense perguntou-lhe se ele aceitaria entrar na fila na sua frente. Mais do que agradecido, Moshê aceitou. Fez seu pedido, comeu rapidamente e saiu em direção à sua próxima reunião.

Menos de dois minutos após ter saído, ele ouviu um estrondo aterrorizador. Assustado, perguntou a um rapaz que vinha pelo mesmo caminho que ele acabara de percorrer o que acontecera. O jovem disse que um homem-bomba acabara de detonar uma bomba na pizzaria Sbarro`s… Moshê ficou branco. Por apenas dois minutos ele escapara do atentado. Imediatamente lembrou do homem israelense que lhe oferecera o lugar na fila.

Certamente ele ainda estava na pizzaria.

Aquele sujeito salvara a sua vida e agora poderia estar morto.

Atemorizado, correu para o local do atentado para verificar se aquele homem necessitava de ajuda. Mas encontrou uma situação caótica no local.

A Jihad Islâmica enchera a bomba do suicida com milhares de pregos para aumentar seu poder destrutivo. Além do terrorista, de vinte e três anos, outras dezoito pessoas morreram, sendo seis crianças. Cerca de outras noventa pessoas ficaram feridas, algumas em condições críticas.

As cadeiras do restaurante estavam espalhadas pela calçada.

Pessoas gritavam e acotovelavam-se na rua, algumas em pânico, outras tentando ajudar de alguma forma.

Entre feridos e mortos estendidos pelo chão, vítimas ensangüentadas eram socorridas por policiais e voluntários.

Uma mulher com um bebê coberto de sangue implorava por ajuda.

Um dispositivo adicional já estava sendo desmontado pelo exército. Moshê procurou seu ‘salvador’ entre as sirenes sem fim, mas não conseguiu encontrá-lo.

Ele decidiu que tentaria de todas as formas saber o que acontecera com o israelense que lhe salvara a vida. Moshê estava vivo por causa dele.

Precisava saber o que acontecera, se ele precisava de alguma ajuda e, acima de tudo, agradecer-lhe por sua vida.

O senso de gratidão fez com que esquecesse da importante reunião que o aguardava.

Ele começou a percorrer os hospitais da região, para onde tinham sido levados os feridos no atentado.

Finalmente encontrou o israelense num leito de um dos hospitais. Ele estava ferido, mas não corria risco de vida.

Moshê conversou com o filho daquele homem, que já estava acompanhando seu pai, e contou tudo o que acontecera. Disse que faria tudo que fosse preciso por ele.. Que estava extremamente grato àquele homem e que lhe devia sua vida. Depois de alguns momentos, Moshê se despediu do rapaz e deixou seu cartão com ele. Caso seu pai necessitasse de qualquer tipo de ajuda, o jovem não deveria hesitar em comunicá-lo.

Quase um mês depois, Moshê recebeu um telefonema em seu escritório em Nova Iorque daquele rapaz, contando que seu pai precisava de uma operação de emergência.

Segundo especialistas, o melhor hospital para fazer aquela delicada cirurgia fica em Boston, Massachussets.

Moshê não hesitou. Arrumou tudo para que a cirurgia fosse realizada dentro de poucos dias. Além disso, fez questão de ir pessoalmente receber e acompanhar seu amigo em Boston, que fica a uma hora de avião de Nova Iorque.

Talvez outra pessoa não tivesse feito tantos esforços apenas pelo senso de gratidão. Outra pessoa poderia ter dito ‘Afinal, ele não teve intenção de salvar a minha vida: apenas me ofereceu um lugar na fila ‘

Mas não Moshê. Ele se sentia profundamente grato, mesmo um mês após o atentado. E ele sabia como retribuir um favor.

Naquela manhã de terça-feira, Moshê foi pessoalmente acompanhar seu amigo – e deixou de ir trabalhar. Sendo assim, pouco antes das nove horas da manhã, naquele dia onze de setembro de 2001. Moshê não estava no seu escritório no 101.º andar do World Trade Center Twin Towers.

(Relatado em palestra do Rabino Issocher Frand)

‘Entrai pelas portas dele com gratidão, e em seus átrios com louvor; louvai-o, e bendizei o seu nome.’ Salmos 100:4

Fire Walking…

October 2, 2009

fiz um processo chamado de firewalking. Literalmente andar no fogo!

O inacreditavel poder que sentes depois de passares descalço, por cima de carvão incandescente a 2000º é algo de outro mundo! Uma experiência que recomendo a todos que queiram descobrir parte do imenso… vasto… infinto… poder da mente! (recomendo com o apoio de uma estrutura de confiança, como é obvio!)

A força do acreditar… aquele momento em sentes realmente que és Deus e tudo é possivel!

Nem sei muito bem o que mais dizer deste marco de referência na minha Vida… talvez amanhã, mais fresco, consiga racionalizar o suficiente para explicar… dúvido…! 😉

Estou muito Grato ao Universo… à Vida! Por tudo, mas mesmo tudo!

Quem quer que sejas… que neste momento estás a ler estas palavras… Obrigado por existires na minha Vida! Sê Feliz!

P.S.: acabei de chegar de Roma, do UPW. Uma semana inacreditável! Amanhã vêm mais detalhes…

Evolução e coincidências…

September 19, 2009

Este post é a transcrição de uma passagem linda, de um livro mágico, que me tem proporcionado verdadeiros milagres e saltos quânticos, nos meus níveis de consciência e Vida. Partilho convosco uma das passagens literárias mais reveladoras de sempre…

“[…]

Para compreender verdadeiramente o Sétimo insight e entrar a sério no movimento da evolução – explicou ele -, você tem de fazer entrar todos os insights num único feixe de ser.

Não disse nada.

– Consegue dizer em poucas palavras – continuou ele – como é que o mundo mudou para si, pelo efeito dos insights?

Fiquei a pensar e depois disse-lhe:

Acho que abri os olhos e passei a ver o mundo como um lugar misterioso, que nos proporciona tudo aquilo de que precisamos. E que vermos isso com clareza, abre caminho para que essa visão se torne efectiva em nós.

– E que acontece então? – perguntou.

– A partir desse momento, podemos dar continuidade ao fluxo da evolução.

– E como é que damos início a esse processo?

Pensei uns instantes no que ia dizer.

– Não deixando que nos saia do espírito, de modo algum, a noção dos nossos problemas imediatos. Em seguida, ficarmos atentos aos sinais que nos serão dados por um sonho, por meio de um pensamento intuitivo, ou pelo modo como o meio-ambiente se ilumina e nos salta à vista.

Voltei a fazer uma pausa, tentando lembrar-me do conteúdo de todo o insight, e só depois continuei:

Quando acumulamos energia e nos concentramos na nossa própria situação, nas perguntas que nos colocamos, acolhemos algo que vem da orientação intuitiva, uma ideia do que fazer ou de para onde ir; a partir desse momento, as coincidências ocorrem para nos permitir mover-nos nessa direcção.

– Sim, sim, é isso mesmo – disse Pablo. – É esse o caminho. E cada vez que as coincidências nos conduzem para algo de novo, nós crescemos, tornamo-nos pessoas mais realizadas; passamos a existir a um nível mais elevado de vibração.

Curvou-se para mim e reparei na energia incrível que pairava à sua volta. Estava radiante, já não parecia o mesmo tímido, nem sequer jovem. Dava a sensação de estar repleto de força e de poder.

– Pablo, que lhe está a acontecer? – perguntei-lhe.

– Comparado com a primeira vez em que o vi, você parece muito mais confiante, muito mais sabedor e, de certo modo, muito mais completo.

Ele pôs-se a rir.

– Quando você chegou aqui pela primeira vez, eu tinha deixado que a minha energia se dissipasse. Para começar, pensei que talvez pudesse ajudar-me a fazer fluir a minha energia, mas depressa me dei conta de que você ainda não tinha aprendido como fazê-lo. Essa arte só é ensinada no Oitavo insight.

Eu estava siderado.

– O que é que eu não fiz?

– Tem de aprender que todas as respostas que vêm ter consigo, na realidade são as outras pessoas que lhas dão. Pense em tudo o que aprendeu desde que está no Perú. Não vieram todas as respostas ter consigo por intermédio de outras pessoas, que misteriosamente cruzaram o seu caminho?

[…]”

in A Profecia Celestina, James Redfield

1 minuto…

September 11, 2009

… passei por um técnico de limpeza municipal (vulgo “lixeiro” – uma das profissões mais nobres e importantes da nossa sociedade…!) e, passando nas suas costas dirigi-lhe um “boa noite” relativamente formal. Ao que me respondeu um “mmm mm”, a meio som, que interpretei como um “boa noite” de quem não esperava ser cumprimentado. Imediatamente pensei que lhe poderia ter dito de uma forma diferente: mais enérgica, mais entusiasta, mal alto, antes de passar por ele, bastante antes de passar por ele, ao entrar na sua zona publica, nos 3,6m… visualizei-me, durante os meus passos seguintes, a fazer isso mesmo. Liguei imediatamente o pensamento à zona intima das pessoas e que a minha abordagem foi numa zona desprotegida do senhor e que o seu “mmm mmm” foi acompanhado de um movimento lateral e traseiro de quem ganha espaço para ganhar a segurança e definir a sua zona de conforto.

“Curioso!” – pensei… “quando temos uma coisa na mente consciente realmente a mente inconsciente começa a trabalhar para fazer com que sobressaiam, num brilhar, este tipo de acontecimentos! Como é simples perceber as respostas e reacções das pessoas com quem nos cruzamos e como podemos trabalhar de forma a ajudá-las a sentirem-se mais confortáveis”.

De repente, o meu pensamento voltou-se para profissões em que o profissional fosse “obrigado” a estar numa constante zona de desconforto ou inclusive de pânico… médicos… dentistas… otorrinolaringologistas (aqueles indivíduos que, quando nós éramos pequeninos, nos esmagavam a língua com autenticas tábuas de madeira, para verem as bolinhas da nossa garganta, quando nos doíam os ouvidos). Imaginei um dentista que tivesse desconfortável na presença muito próxima de pessoas… ter de fazer isso como profissão deve ser terrível, principalmente se a pessoa não se aperceber porque está sempre em estado de tensao!!! 🙂

Depois, lembrei-me do quanto algumas pessoas (a maioria das que conheço, para ser sincero!) tem um autêntico pavor de ir ao dentista… algumas ficam nervosas 2 ou 3 dias antes do dia da consulta…! Felizmente nunca tive traumas desses, mas aquele pensamento fez luz! É óbvio que haja tanta gente com esse pavor, ou desagrado de elevado grau: estar numa cadeira recostada, indefesos fisicamente, ou em inferioridade, com uma pessoa, desconhecido muitas das vezes (mas definitivamente alguém de quem não se gosta assim tanto), colado na nossa cara, abaixo no nosso ângulo de visão, com uma broca e um bisturi, não será a melhor sessão para pessoas mais sensíveis… 🙂

Identificando a razão inconsciente de um trauma, ou medo, ou desconforto, torna-se bem mais simples a sua resolução…

Tudo isto… num minuto de pensamento…

MEDO & CORAGEM

June 24, 2009

O que seria CORAGEM, se não houvesse MEDO? se todos tivessem o mesmo nivel de conforto a fazer tudo… onde caberiam os líderes, os inspiradores, os vencedores? será facil dizer que seria fantástico um mundo novo, onde não houvesse pobreza, doença, tristeza, saudade, desespero, MEDOS… seria mesmo?!?! seria inclusivamente possivel para o SSER humano viver num ambiente desses? à dimensão que ocupamos…? não creio… mas esta é apenas a minha opinião.

se não houvesse nada do que escrevi em cima… onde caberia o AMOR INCONDICIONAL às diferenças, o PERDÃO, a COMPAIXÃO, a DÁDIVA, a AJUDA, a MESTRIA, o ENSINAMENTO, a PARTILHA…? onde caberiam os nossos herois que nos inspiram a SSER cada vez mais e maiores e melhores, do que NÓS PRÓPRIOS, a cada dia que passa? Aqueles que a NÓS, inspiram a querer AJUDAR cada vez mais pessoas e que colorem os nossos SONHOS de belos tons exóticos de mágicas paisagens e sons divinos e sensações e sentimentos magnânimes? Aqueles que fazem aquilo que nos parece SSER impossível e nos mostram que afinal não é…?

Concordo com o Jorge Coutinho, quando diz que “O medo não é mais do que um amigo, aliás um grande amigo, que tem uma mensagem muito clara: avisa-nos para nos prepararmos para algo que vai acontecer!”

No entanto, ponho a pergunta: é sobre os nossos MEDOS que devemos trabalhar ou sobre a nossa CORAGEM?

MEDO vs CORAGEM?

O que será uma pessoa verdadeiramente corajosa?

Será uma pessoa que perdeu o medo de morrer…? poderemos considerar aqueles imbecis (julgamento!:-)) que andam na estrada a conduzir de uma forma imprudente e perigosa, pondo, muitas vezes, a vida de outros em risco, pessoas verdadeiramente corajosas? será que um assaltante que pega numa arma enfrenta a policia, poderá ser considerado corajoso? ou esses são exemplos de pessoas que, de facto aparentam ter perdido o medo de morrer, mas que CORAGEM não é lá muito bem isso…?

Acredito que uma pessoa verdadeiramente corajosa, não é uma pessoa que NÃO sente medo. Todos nós temos os nossos, porque esse é o nome que damos ao limite que achamos que temos das nossas reais capacidades.
O que será então uma pessoa verdadeiramente corajosa…? que medo sente uma pessoa de verdadeira coragem?
Aristóteles disse: “Uma pessoa verdadeiramente corajosa, não é alguém que nunca sente medo, mas que sente a coisa certa, na altura certa, da forma certa.” Faz sentido!:-)

No fundo, podemos reduzir os medos, de uma forma geral, a uma palavra: impotência! o que mais congela as pessoas no momento de agir é a impotência de fazer algo maior do que elas se acham capazes de fazer. Parece um pouco tótó, simples, mas pensemos… fará sentido? para uns sim, para outros não… como tudo, claro! Vejamos: medo de falar em publico, medo de não ser capaz, medo de não conseguir, medo de não ter dinheiro suficiente, medo de ficar doente, medo de ficar sozinho… na grande maioria dos casos que nos vão surgindo, no decurso dos nossos trabalhos e convivências, encontramos um denominador comum: impotência para fazer mais.

Soluções: aparentemente, alguns fogem da questão; outros vão de encontro a ela! uns cobrem um manto de vitimização, que os invade pelo silêncio do subconsciente; outros cobrem a capa da RESPONSABILIDADE e prometem a eles próprios que vão lutar até ao fim das suas forças para conseguirem o que querem, dê por onde der! porquê as diferenças? simplesmente porque sim! Tal como diz o Ricardo Mendoza, “ser destemido é a única maneira de lidar com o medo, diferente dos restantes animais”. Há outra coisa que nos diferencia dos restantes animais: a opção de ESCOLHER!

As pessoas verdadeiramente corajosas não são imunes ao medo. Este simplesmente ocupa uma forma diferente nas suas vidas. Uma pessoa verdadeiramente corajosa, tem “medo” de não viver segundo os seus Valores e Ideais! de não aproveitar as oportunidades que a Vida lhe traz! De não SSER TUDO O QUE PODE SSER! Um Lider verdadeiramente corajoso, por exemplo, tem “medo” de ganhar liderança por imposição e domínio sobre os outros; de não extrair o melhor que os que o rodeiam têm em SI! um Amigo verdadeiramente corajoso, tem “medo” de não estar na hora certa, no lugar certo com um ombro para o seu Amigo!

Podemos ESCOLHER SSER tudo o que fomos “desenhados” para SSER, da mesma forma que podemos escolher não ser, e ser apenas parte de tudo o que podemos SSER, ainda que em muitos casos esta seja uma escolha inconsciente. Uma árvore não tem escolha, por isso CRESCE TUDO O QUE PODE CRESCER! o SSER humano pode optar. Aqui entra a CORAGEM: para fazer essa opção, temos de ter a CORAGEM de assumir a RESPONSABILIDADE de controlar as nossas VIDAS! Ter medo de viver e lidar com as adversidades da Vida, parece um pouco como ter medo do escuro… basta que te levantes e acendas a Luz.

Quando EU era pequenino, acordava à noite, no escuro, e chamava a minha Mãe para me vir acender a Luz… Hoje, ajudo a acender a Luz de outros… fiz disso a minha Missão!

O que EU mais temo… o que realmente mais temo, é exemplificado pelo veados. Já viste imagens de um veado… no meio duma estrada florestal… no silêncio da noite… encadeado pelas luzes de um carro… e paralisado de medo… sem saber o que fazer…? O que eu mais temo é ser apanhado desprevenido dessa forma… apanhado pelo medo! (o resto, são apenas rótulos que “invento” para procrastinar). Para que isso não aconteça, trabalho na minha CORAGEM!

Cabe a TODOS NÓS, inspirar outros SSERes que nos rodeiam, para despertarem as SUAS CORAGENS e conseguirem SSER TUDO O QUE PODEM REALMENTE SSER!

Hello world!

June 3, 2009

sunrise

HELLO WORLD!!!

“It’s a great day
Be thankful
Put a smile on your face
And nothing but blue skies
Tell somebody hi
Get your car shined

It’s gonna be…
Sunshine
No signs of rain
Blue skies
It’s your weatherman
Happy people steppin’ out tonight
And they look so good
And they feel so right
Said…

Said the forcast today
Is love all around
This club is full of joy
Nobody’s feeling down

Peace all day
Don’t you worry about a thing
Just go out and have some fun
And everything will be okay, yeah”

– in “Weatherman”, R. Kelly